
Embora te sintas na obrigação de dar uma explicação, a maneira é a mesma, o sabor é o mesmo de tantos jogos de palavras ligadas por olhares. Tantos desvios de mente, que tentam levar pensamentos por outros caminhos e fazê-los encontrar noutro sítio, mais aberto, menos hipócrita, que faça transparecer as faltas de puro medo, de pura mentira vivida, seguidamente a descoberta sob forma de pedidos de desculpa, do arrependimento da tua escolha.
Ninguém apaga a verdade da mentira que partilhamos, que ajudamos a que se expandisse duma forma quase inimaginável, cobrindo assim todas a dúvidas traidoras e estas ajudassem a impedir todo o medo de tentar. Deita-te, encontra-te contigo, com todos os teus mitos desesperados, com aquela vontade louca de ter/fazer, sossega essa fome de conquista por um território onde já estiveste, onde construíste tudo o que pudeste construir nesse tempo, e aí pensa, no «porquê» que tudo se desmoronou, e já agora no «porquê» de um novo desespero, de voltares ao mesmo sítio, se sabes que não poderá ter mudado, continuará a ser um território problemático, que te impeça de conquistares outros sítios. Se mesmo assim continuares com a vontade louca de te prenderes aos cheiros característicos, ás formas (únicas) que verdadeiramente conheceste é sinal de que vives de cabeça cheia, que se encontra completamente cheia de fios, ramificações entrelaçadas, viradas sempre pró mesmo hemisfério que tanto te preenche de falsas combinações. Pode até ser essas combinações falsas que te levem á loucura, ao puro descontrolo. A partir daí não vai restar mais nada, apenas tu e o teu umbigo, porque ninguém quererá saber, só dar aquele tipo de discurso, o típico, «a escolha foi tua», sendo assim a minha boca só se abrirá para te dizer «good luck» . Pois não quero fazer da minha cabeça, um mar de sargaço onde não se possa encontrar nada, não quero viver nada que já tenha vivido e que me tenha proporcionado momentos parecidos com os teus «problemáticos», não quero fazer parte dos teus momentos de desacato contigo mesmo, não quero estabelecer qualquer tipo de relação fingida e baseada numa suposta colecção de selos, pois estes não são nada mais que provas de todas as tuas conquistas.
Ninguém apaga a verdade da mentira que partilhamos, que ajudamos a que se expandisse duma forma quase inimaginável, cobrindo assim todas a dúvidas traidoras e estas ajudassem a impedir todo o medo de tentar. Deita-te, encontra-te contigo, com todos os teus mitos desesperados, com aquela vontade louca de ter/fazer, sossega essa fome de conquista por um território onde já estiveste, onde construíste tudo o que pudeste construir nesse tempo, e aí pensa, no «porquê» que tudo se desmoronou, e já agora no «porquê» de um novo desespero, de voltares ao mesmo sítio, se sabes que não poderá ter mudado, continuará a ser um território problemático, que te impeça de conquistares outros sítios. Se mesmo assim continuares com a vontade louca de te prenderes aos cheiros característicos, ás formas (únicas) que verdadeiramente conheceste é sinal de que vives de cabeça cheia, que se encontra completamente cheia de fios, ramificações entrelaçadas, viradas sempre pró mesmo hemisfério que tanto te preenche de falsas combinações. Pode até ser essas combinações falsas que te levem á loucura, ao puro descontrolo. A partir daí não vai restar mais nada, apenas tu e o teu umbigo, porque ninguém quererá saber, só dar aquele tipo de discurso, o típico, «a escolha foi tua», sendo assim a minha boca só se abrirá para te dizer «good luck» . Pois não quero fazer da minha cabeça, um mar de sargaço onde não se possa encontrar nada, não quero viver nada que já tenha vivido e que me tenha proporcionado momentos parecidos com os teus «problemáticos», não quero fazer parte dos teus momentos de desacato contigo mesmo, não quero estabelecer qualquer tipo de relação fingida e baseada numa suposta colecção de selos, pois estes não são nada mais que provas de todas as tuas conquistas.
«Meras conquistas»
Sem comentários:
Enviar um comentário